Domingo, 25 de Fevereiro de 2007

Como nasceu Portugal

Após a primeira vitória contra os Árabes na Península Ibérica nasceram os reinos de leão, de Castela, de Navarra e de Aragão.

 

Durante a Reconquista Cristã, Afonso VI, rei de Castela e Leão, foi ajudado por cruzados franceses, entre os quais D. Henrique.

Por essa ajuda de D. Henrique, Afonso VI recompensou-o dando-lhe duas coisas, o Condado Portucalense e a sua filha D. Teresa.

 

Desde aí o Condado Portucalense começou a ser governado por D. Henrique, agora já casado com D. Teresa. Este novo senhor do Condado Portucalense desejou e quis que este condado tivesse a sua própria independência mas não o conseguiu fazer, morrendo em 1114.

 

Daí para a frente o Condado foi governado não pelo filho do D. Henrique, D. Afonso Henriques, porque este era muito novo, mas pela mãe dele, D. Teresa.

 

Os nobres a partir daí convenceram D. Afonso Henriques a tomar o poder do Condado pela força. Para o conseguir teve que lutar contra a sua própria mãe e conseguiu derrotá-la na batalha de S. Mamede, perto da cidade, que é hoje, Guimarães, em 1128.

 

Mais tarde, D. Afonso Henriques para fazer do Condado Portucalense um reino independente entrou em guerra com os reinos de Castela e de Leão, governados por Afonso VII. Só no ano de 1143, com a assinatura do Contrato de Zamora, é que Afonso VII aceitou a independência do Condado Portucalense, que passou a ser chamado por o reino de Portugal, e reconheceu que o rei era D. Afonso Henriques. Posto isto acho que já sabem quem foi o primeiro rei de Portugal. Foi D. Afonso Henriques que prosseguiu para a reconquista aos Mouros, conquistando Santarém e Lisboa, no ano 1147.

 

Em 1185 quando D. Afonso Henriques morreu, já tinham sido conquistadas terras a sul do Tejo. Com alguns avanços e recuos, os seus descendentes acabaram por conquistar o território aos Muçulmanos, até ao Algarve, em 1249, no reinado de D. Afonso III.

 

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Quinta-feira, 22 de Fevereiro de 2007

Uma prenda muito especial

      O livro Uma prenda muito especial, da escritora Margarida Fonseca Santos, fala de um grupo de animais amigos e de uma mensagem que dizia que naquela noite de natal iam receber uma prenda. Então eles juntaram-se à espera da tal prenda. Uns diziam que era mentira mas o Mocho Rebocho, a Aranha Baganha, os Pirilampos, entre outros, é que acreditaram e ficaram juntos a noite toda. Estavam todos com pelo menos um bocadinho de sono mas aguentaram-se. Como o tempo passava e a prenda não chegava, um deles sugeriu que começassem a contar historias das suas vidas.

 

        O que eu mais gostei foi quando a autora Margarida Fonseca Santos escreveu no livro que os Pirilampos fizeram aparecer luzes no céu. Eu gostei porque me fez entrar na historia e estar  a ver as luzes a piscar naquele lindo céu da noite.

 

        Eu gostei deste livro porque é muito giro e, é por isso, que o recomendo a todas as crianças.

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Quarta-feira, 21 de Fevereiro de 2007

Um dia na praia

       O livro Um dia na praia, de Margarida Fonseca Santos, fala sobre um cão que se chamava Frik e ia pela primeira vez à praia. O Frik já tinha família e foi com ela para a praia. O Frik tinha medo da água e, por isso, quando o Pedro, o dono dele, o foi chamar para irem para a água o Frik hesitou e acabou por não ir. Ele pensava que o mar era uma banheira a transbordar de água.

 

        O que eu mais gostei neste livro foi quando o Frik pensava que o mar era uma banheira a transbordar de água. Eu gostei deste pequeno pormenor porque o Frik transmite-nos muita graça. Uma curiosidade que eu encontrei nos dois livros que eu li das Histórias do Frik (“Chamo-me Frik e já tenho dono” e “Um dia na praia”) é que há sempre um momento em que o Frik está equivocado e isso, penso eu, é que dá graça às histórias.

 

        Eu recomendo este livro a crianças porque acho que o livro é muito bonito.

 

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Terça-feira, 20 de Fevereiro de 2007

Carnaval 2007

Sabem que dia é hoje? Dia de Carnaval e, por isso, vou falar-vos desta festa que é o máximo!

O Carnaval é uma época de festa, de “fritos”, de amor, de alegria e muita diversão.

O que mais me preocupa, neste período, é como as pessoas pobres vivem o Carnaval. Será que o passam como os outros dias? Será que não sabem que é Carnaval? Será que o passam a pedir esmola? De alguma maneira passam o Carnaval. À maneira deles com certeza. Isto tudo é muito triste. Mas, infelizmente, os governos dos países só se preocupam com os ricos e com os mais ou menos ricos.

Mas como eu disse, no princípio, o Carnaval é alegria e é isso que vos vou mostrar nestas imagens do Carnaval do Redondo, que fica no Alentejo, e que é muito bonito.

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Domingo, 11 de Fevereiro de 2007

A Estrela no Chile

A minha amiga Estrela foi ao Chile, no final de Janeiro e princípio de Fevereiro, numa viagem com os pais participar no Parlamento Mundial de Crianças e Jovens. Os pais, que são actores do Pim-Teatro, foram participar no 2º Encontro Mundial de Teatro para Infância e Juventude, na capital do Chile que se chama Santiago.

Pelo que eles me disseram os chilenos são todos muito nacionalistas, cantam o hino e gostam muito da sua bandeira. A educação no Chile ainda é muito militarista.

A vida é mesmo muito diferente de cá. Socialmente, há muito racismo, diferenças sociais abismais. Não há pessoas como nós, só há ricos muito ricos e pobres mesmo pobres. Quem nasce pobre não tem nenhuma hipótese de sair da pobreza. Está tudo muito bem organizado para que isso não aconteça! É terrível.

Mas a viagem foi muito bonita e aqui ficam algumas fotos.

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Domingo, 4 de Fevereiro de 2007

O sonho esquisito

           

          Naquela manhã hot, como o meu irmão Guilherme gostava de dizer, eu e a minha família, o Guilherme, o Gonçalo, o Gil, a Gadder, minha mãe, e o Gold, meu pai, fomos à praia. No momento em que eu já cheirava as algas da praia, desapareci por completo e ferrei a dormir.  

           Quando acordei estava na Antártida, quase a ser sugada... até cheguei a pensar que o raio do pinguim se estava a apaixonar por mim, eu que sou uma Camões riquíssima. De seguida fiquei muito assustada e esfreguei os olhos para ver se era verdade o que me estava a acontecer. Como continuava a ver gelo e neve por todo o lado disse ao pinguim para me beliscar. Estão mesmo a ver a minha figura: «pinguim seu animal preto e branco belisca-me por favor». Estúpido, completamente estúpido! Como não havia nada a fazer, fui a correr para uma caverna, porque estão a ver estar na Antártida de bikini e calção é muito frio. Quando encontrei uma caverna acolhedora e ideal para mim fiz uma fogueira com duas pedras, que são muito complicadas de encontrar ali naquele país.

            Depois deixei-me dormir. No dia seguinte eu, que me chamava Gina, fui procurar comida, o que foi muito difícil porque eu não me queria sujar toda.

            Se repararem no princípio do texto quando eu referi os nomes da minha família, todos eles começam por “G”, incluindo eu. Por isso os meus amigos chamavam à minha família a família “Go” por os nomes começarem todos por “G” e por estarem sempre em movimento.

            À hora de almoço, enquanto estava a comer as costas de pinguim, a única coisa de “jeito” que havia ali para comer, decidi ir procurar o portal de saída daquele sítio. Será que a saída daquele lugar era ir de avião, não podia ser de certeza porque ali não havia aeroporto. O que valeu naquele caso foi a minha maturidade que era de valor acrescido. A certa altura comecei a ver uma coisa branca a mexer-se. Era um urso polar com dentes feios e com cara de porco. De repente ele começou a correr em direcção a mim. Quando eu disse: «e foi este o meu fim» ele estava precisamente a passar por cima de mim e eu não senti nada. Quando dei por isso fiquei muitíssimo preocupada porque pensei que eu não estava viva e que era um holograma. Desatei a fugir para não acontecer uma desgraça. Mas continuei a procurar uma saída. Ao fim do dia, quando o lindo sol já se estava a acabar de pôr, fui-me embora para a caverna. Dormi muito inquieta naquela noite por causa do frio, de achar que era um holograma mas, sobretudo, por não encontrar a saída.

            No dia seguinte quando acordei estava muito quentinha. Olhei para mim e estava coberta por um lençol e um edredão. Não estava escuro como na caverna, mas sim uma luz excitante e uma pessoa à minha espera a dizer: «vá rápido para irmos à praia». Eu não conseguia ver aquela pessoa nítida mas sim desfocada.

            Quando me levantei vi o meu quarto e o meu irmão Gil. Será que agora as coisas que eu gosto foram para a Antártida? Será? Mas, havia uma explicação para aquilo tudo da Antártida, do gelo... Era um sonho, mas muito esquisito.

            Quando estávamos na praia, naquela manhã hot, como o meu irmão Guilherme gostava de dizer, e eu já estava a cheirar as algas, tive medo. Porque afinal de contas tinha sido naquele local que o meu sonho tinha começado e agora podia acontecer o mesmo ou pior.

             Nada aconteceu, eu e a minha família divertimo-nos nas ondas e quando chegámos a casa dormi tranquila e sem qualquer problema.

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Sábado, 3 de Fevereiro de 2007

Chamo-me Frik

O livro Chamo-me FriK e já tenho dono, de Margarida Fonseca Santos, fala sobre um cãozinho que estava com a irmã no canil.

Um dia foi ao canil uma família, de quatro pessoas. A mãe, o pai e dois filhos, um mais velho com cerca de nove anos e um bebé.

O filho mais velho fazia anos e por isso os pais deram-lhe o Frik como presente. O novo dono do Frik gostava muito dele e por isso quando o levou para casa disse para o Frik ficar no quintal que era muito grande...

O que eu mais gostei na história foi quando o Frik ouviu os donos a dizer que iam comer um cachorro quente. Estão mesmo a ver o que o pobre coitado do Frik pensou.

Eu gostei desta parte porque transmite muita imaginação.

A história é contada pelo próprio Frik.

Eu acho que este livro é muito giro sobretudo para exercitar a leitura.

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Quinta-feira, 1 de Fevereiro de 2007

Caricatura

Aqui fica uma caricatura do meu Pai, feita por mim numa noite de inspiração.

 

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